Capítulo
IV: O AMOR NO MATRIMÔNIO
O nosso Amor Cotidiano
ANTECEDENTES
Pretendemos,
neste nosso trabalho, estudar os ensinamentos de SS Santidade para depois
transmiti-los aos nossos leitores, de conformidade com o nosso modo de ver. No
parágrafo anterior (89 AL), foram feitas as seguintes colocações: não
poderemos encorajar um caminho de fidelidade e doação recíproca se não
estimularmos o crescimento, a consolidação e o aprofundamento conjugal e
familiar.
Seguindo esta orientação, introduzimos, a
título de ANTECEDENTES, a recordação de fatos já vividos pelos leitores ou, nas
generalidades dos casos, que poderão ser vividos por outros interessados.
1.
O namoro
Já
paramos para pensar como surge um casal? O nosso próprio?
Pensamos
no primeiro instante que até podemos enumerar as causas imediatas,
provavelmente de natureza física: o olhar, o falar, o rosto, a postura, o
andar... Podemos até citar um sem fim de motivos pelos quais nos decidimos
pela(o) nossa(o) namorada(o).
No
caso presente, estamos admitindo que ambos estejam interessados em tomar, em
futuro próximo ou remoto, uma decisão relevante muito importante, talvez
perene, da continuidade do relacionamento. É preciso que se conheçam melhor.
Não deve haver açodamento. Se se perceber não ser razoável a relação, é
recomendável não insistir sob pena de se exporem a um previsível fracasso que
trará consequências dolorosas.
Deve-se
atentar que a fase é passível de deslumbramento, que leva a procurar esconder
ou relativizar muitas coisas, ou protelar a solução de dificuldades,
deixando-as para depois.
É
a época para se indagar reciprocamente o que cada um espera de eventual
matrimônio, a sua maneira de entender o que é o amor e o seu compromisso, o
tipo de vida em comum que se quer projetar, dentro dos recursos financeiros
disponíveis de cada um. Ter presente que a simples atração mútua não é
suficiente para sustentar uma união. Outros motivos poderão ser elencados e, às
vezes, são intransponíveis e que poderão prejudicar o prosseguimento.
Admitindo-se
que os obstáculos tenham sido superados, passemos para a próxima fase.
2.
O noivado
Com o horizonte clareado após uma fase de
namoro bem preparada, o clima de intimidade criado permitirá uma pergunta muito
séria pelas repercussões que advêm:
Nome (com que se tratam habitualmente),
quer se casar comigo? Declinando as palavras do juramento oficial, a
resposta será obviamente Sim.
Entendemos que o compromisso assumido no
encontro, apesar de toda simplicidade, é o compromisso de duas vontades de se
casarem, de viverem juntos um projeto futuro com todas as suas implicações e
desafios.
Agradecendo
a Nossa Senhora sua proteção, sempre lembrando que “... sem mim nada podeis”.
(Jo 15,5)
Idalina e Fernando
Equipe de Nossa Senhora do Monte Serrat
Santos (SP)
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