COMPROMISSOS DO SETOR

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

TEMA 32 – AMORIS LÆTITIA (AL) – A ALEGRIA DO AMOR (continuação)


Capítulo IV: O AMOR NO MATRIMÔNIO
O nosso Amor Cotidiano


ANTECEDENTES
 Pretendemos, neste nosso trabalho, estudar os ensinamentos de SS Santidade para depois transmiti-los aos nossos leitores, de conformidade com o nosso modo de ver. No parágrafo anterior (89 AL), foram feitas as seguintes colocações: não poderemos encorajar um caminho de fidelidade e doação recíproca se não estimularmos o crescimento, a consolidação e o aprofundamento conjugal e familiar.
 Seguindo esta orientação, introduzimos, a título de ANTECEDENTES, a recordação de fatos já vividos pelos leitores ou, nas generalidades dos casos, que poderão ser vividos por outros interessados.

1.     O namoro
Já paramos para pensar como surge um casal? O nosso próprio?
Pensamos no primeiro instante que até podemos enumerar as causas imediatas, provavelmente de natureza física: o olhar, o falar, o rosto, a postura, o andar... Podemos até citar um sem fim de motivos pelos quais nos decidimos pela(o) nossa(o) namorada(o).
No caso presente, estamos admitindo que ambos estejam interessados em tomar, em futuro próximo ou remoto, uma decisão relevante muito importante, talvez perene, da continuidade do relacionamento. É preciso que se conheçam melhor. Não deve haver açodamento. Se se perceber não ser razoável a relação, é recomendável não insistir sob pena de se exporem a um previsível fracasso que trará consequências dolorosas.
Deve-se atentar que a fase é passível de deslumbramento, que leva a procurar esconder ou relativizar muitas coisas, ou protelar a solução de dificuldades, deixando-as para depois.
É a época para se indagar reciprocamente o que cada um espera de eventual matrimônio, a sua maneira de entender o que é o amor e o seu compromisso, o tipo de vida em comum que se quer projetar, dentro dos recursos financeiros disponíveis de cada um. Ter presente que a simples atração mútua não é suficiente para sustentar uma união. Outros motivos poderão ser elencados e, às vezes, são intransponíveis e que poderão prejudicar o prosseguimento.
Admitindo-se que os obstáculos tenham sido superados, passemos para a próxima fase.


2.                 O noivado
  Com o horizonte clareado após uma fase de namoro bem preparada, o clima de intimidade criado permitirá uma pergunta muito séria pelas repercussões que advêm:
 Nome (com que se tratam habitualmente), quer se casar comigo? Declinando as palavras do juramento oficial, a resposta será obviamente Sim.
 Entendemos que o compromisso assumido no encontro, apesar de toda simplicidade, é o compromisso de duas vontades de se casarem, de viverem juntos um projeto futuro com todas as suas implicações e desafios.


Agradecendo a Nossa Senhora sua proteção, sempre lembrando que “... sem mim nada podeis”. (Jo 15,5)


Idalina e Fernando
Equipe de Nossa Senhora do Monte Serrat
Santos (SP)


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