Oportunidades, serviço, engajamento (Mt 25,31-40)
A situação de vida deste mês torna-se mais peculiar devido ser o testemunho de uma equipe, procuro com certeza um olhar localizado para a maturidade que devemos ter ao assumir uma atividade sagrada.
Novas responsabilidades além das que temos isso nos torna suscetível a nos acomodar e as recusas, portanto mais presentes.
Acredito que na equipe a amostragem de caminhos, a atenção à indiferença e o egoísmo são analisadas de forma atenta e, portanto o apelo às diversas responsabilidades e propostas é manifestado pelos membros da equipe. Noto que isso é uma contribuição generosa de nossa parte.
Formar para espiritualidade conjugal é tornar presente a aliança esponsalícia afinal tanto em casal como em Igreja formamos o Corpo do Cristo. O convite é viver as pequenas coisas, anunciar sem excluir, ser pessoas cântaro. O enfrentamento pode ser o pragmatismo cinzento, a psicologia do túmulo e os cristãos múmias de museu, digo, pois a tarefa é árdua e diária atinge os íntimos e desconhecidos presentes.
A carta das equipes de Brasília setembro de 2012 convoca para a unidade e fidelidade ao carisma das equipes. Alertar o mundo, ler os sinais dos tempos, ser sinal de esperança e fermento para novas gerações isso com ardor, vigor e fôlego testemunhando o matrimônio, o amor, a felicidade e a santidade.
Importante motivar que oportunidades de serviços sempre aparecem com relação à Igreja nosso apoio e engajamento se tornam muito necessários. Recebemos muito mais do que temos dado. Nossa espiritualidade torna a alegria vista nos outros. Atenção devemos ter com as falsas alegrias vendidas pela sociedade hedonista e materialista.
Fica a tarefa maior da convivência com o cônjuge, com os filhos e com os outros que isso possa tornar a alegria manifestada com vida e serviço.
Frei Lino de Oliveira OC
SCE Setor B Santos ENS
04-out-16
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