5º Reunião - Equipes de Nossa Senhora, riqueza da Igreja.
Rm 12,3-18
(medida, dons e serviço)
Com
certeza uma entrevista imaginária pode tornar-se uma carta de perguntas e
afirmações. Dado o interesse do conjunto da emenda apresento uma paráfrase. “Viver
em comunidade, praticando ajuda mútua desta forma testemunhando com felicidade
o estado de vida”.
Em tempos de solidão sem solidez o que observamos é uma
crise sem sentido, um extremo individualismo. A alternativa que resta para as
equipes pode ser a vida em comum, uma vida cristã em comunidade, o
enfrentamento das demandas sozinhas sem problemas e com alegria de caminhar
juntos.
Acredito que a contribuição que nossas equipes propiciam é o de unir os
seres humanos em todos os tempos, afinal ninguém se salva sozinho. A Igreja
guarda consigo o lugar da misericórdia gratuita.
Abrir o coração ao outro,
torna presente a descoberta da caridade fraterna que deve ser instaurada onde
quer que estejamos. Dessa forma, promover o diálogo e vida de equipe.
As
questões apresentadas; uma sobre o individualismo comum na sociedade atual,
podemos identificar o grau de envolvimento e dedicação às questões que a mundanização
nos propõe, ou seja, a falta de respostas, a desesperança e a indisposição ao
serviço. A segunda questão, o instrumento maravilhoso não percebido e atualizado
pelos equipistas. Nesse aspecto vejo que ainda não assumimos em sua totalidade
a responsabilidade dentro do Movimento, falta-nos o primor, o vigor e, portanto
o aperfeiçoamento. Acredito que à medida que dedicamos somos capazes disso.
No
mais o convite é para que amemos mais e salvaguardemos o casamento que
representa a solidez da Igreja e da civilização, o desafio é que à medida que
se corrompe o casamento o que resta é apenas o remediar.
Tenhamos presença
itinerante junto aos cônjuges, aos pais e filhos, aos casais e em toda igreja.
SCE
Setor B Santos ENS
21 junho 16

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