Objetivamente a CFE-16
chama a atenção para a situação do saneamento básico do Brasil, tendo como base
os direitos fundamentais da pessoa, dado que há um déficit, sobretudo a
ausência dos serviços enumerados, é nocivo à saúde das pessoas que vivem nessas
condições sanitárias, o que configura em atentado contra a dignidade humana.
Por diversas vezes a CF
chamou a atenção sobre as questões do meio ambiente: 2004, “águas”, 2007,
“ecossistema amazônico”, 2011, “mudanças climáticas”, 2016 “casa comum”. Há um
profetismo a ser resgatado.
A primeira CFE aconteceu
em 2000: "Dignidade e Paz"; as demais, 2005 "Solidariedade e
paz", 2010 "Economia e vida" e 2016, "Casa Comum, nossa
responsabilidade".
Temos a oportunidade de
acompanhar as reflexões que o Papa Francisco nos apresentou como “ecologia
integral”, que contempla a ecologia da vida cotidiana. Para verificar um
autêntico progresso será preciso observar que se produza uma melhoria global na
qualidade de vida humana. (Laudato Si, n.147)
Para nossas equipes de
Base no setor é importante nos depararmos com as nossas realidades enquanto
equipistas. Afinal, dentro do processo de amadurecimento do relacionamento das
nossas equipes é importante a presença diante das famílias e suas realidades.
Aqui na nossa região o litoral em sua diversidade também pede que possamos
atuar dentro das nossas possibilidades.
Ao que sabemos desde o
governo do João Tavares Papa há um Plano de Saneamento básico que devemos
conhecer, afinal também nas nossas cidades do litoral o problema e o encaminhamento
devem ser enfrentados.
Para nós, importante
tomar conhecimento do Relatório R4 - Plano Municipal Integrado de Saneamento
Básico, de novembro de 2010.
Frei Lino de Oliveira OC
SCE Setor B Santos
Jan. 2016
(por problemas técnicos, publicado em 11 de fev.)

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